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Eu duvido, sinceramente, que exista alguém que não goste de pastel. Claro que não estou falando de pastéis meio frios, meio murchos, pingando óleo. Não.
Estou falando de pastel fresco, quentinho, crocante, caprichado. Frito em óleo novo. Desse aí não é possível desgostar.
Um feliz complemento eventual ao almoço do dia-a-dia, um lanche rápido na feira (junto daquele copo de caldo de cana gelado), ou ainda um belo petisco para servir com cerveja: eis a receita de hoje.
Depois de experimentar as quatro receitas que encontrei nos cadernos da minha avó Nelci, escolhi aquela que ficou do jeitinho do pastel que ela preparava, e aqui vai.


Todas as imagens e o texto neste post são de autoria de Gabriel Marzinotto, com colaboração de Catharina Strobel.

 

Não é fácil comer um hambúrguer barato hoje em dia. Quer dizer: um bom hambúrguer barato. Assim como boa parte das comidas rápidas, a versão gourmet se expandiu nos últimos 10 anos, melhorando bastante a qualidade de muitos lugares mas também elevando bastante os preços. Não dá pra ficar de boa em um lugar que cobra mais de R$30,00 pelas versões mais simples do lanche (para as mais sofisticadas, o céu é o limite).

A alternativa é buscar aquele cheese-salada reforçado das padarias ou o lanche rápido dos botecos, mais próximos do hambúrguer caseiro. E aí vai de lugar pra lugar. Já encontrei ótimos achados em bares fuleiros e cheeseburguers tenebrosos em padarias bonitonas. Bem, pelo menos os preços não impossibilitam o rango.

Mas tem um lugar famoso na cidade que virou ponto de referência do apreciador de hamburguinhos tradicionais: o Hambúrguer do Seu Oswaldo. Aberto no Ipiranga desde 1966, é um daqueles lugares meio obrigatórios pra quem curte comer pela cidade e não se contenta a ficar no eixo Pinheiros/Paulista/Centro. A cidade é gigante e repleta de picos fenomenais, o Seu Oswaldo sendo um desses casos mais ilustres. Dei uma passada lá na semana passada, junto com a Catharina e o Leo.


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Férias e falafel

24/12/2013 - 1 Comentários - Receitas | Culinária árabe, Fritura, Grão de bico, Vegano, Vegetariano

Faz tanto tempo que eu queria publicar essa receita de falafel, que já a associei a um bocado de assuntos diferentes, pensando no texto do post.

Dado o avançado da hora, não vejo sentido em associar com qualquer outra coisa que não seja férias (além do mais, achei que dava um título sonoro. "Férias e falafel". Não? :)

Um dos assuntos que surgiu tinha a ver com uma situação que me irrita bastante.

Aí pensei "ah, sabe o quê? Que besteira. Não vou ficar discorrendo sobre chatices numa hora dessas".

A melhor coisa das férias é justamente desacelerar de tudo o que tiver se desgastado (ou nos desgastado) no quotidiano - tanto faz se temos vários dias para descansar ou se são só dois, três.

Mesmo que a pausa seja curta, temos essa vantagem de contar o tempo em ciclos; vivendo dia a dia, ano a ano, para ter términos e recomeços constantemente.

Quando termina um período, tudo o que for desnecessário fica pra trás, não precisa nos acompanhar no dia seguinte, no ano seguinte.

Que beleza, não? A única coisa que precisamos fazer é lembrar de deixar as coisas para trás.

Aproveitando esse verãozão, vamos é passar tempo com a família, andar só de chinelo todo dia, cozinhar ouvindo música, disputar o espaço na rede, e ver se diminui um pouco a pilha de livros esperando para serem lidos.

Agora, falafel. Caso tenha alguém que não o conheça, apresento:

É um bolinho frito feito com grão de bico, cebola, coentro, pimenta e mais alguns temperos opcionais, tradicional da culinária árabe.

A receita que eu tenho veio do cooksnaps.