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Quando a gente sai pra comer em um buffet ou restaurante por quilo, sempre tem muito mais opções do que caberia civilizadamente em um prato. É claro, um truque meio safado desses restaurantes é apelar para o comilão que existe dentro de cada um e nos deixar com vontade de experimentar tudo (ahem... comigo não é difícil).
Às vezes, uma das opções que me deixa com água na boca é justamente aquela torta Madalena. Sabe? É meio torta, meio empadão: leva uma camada de carne moída temperada com verduras no fundo da assadeira, coberta com uma camada de purê de batata fofinho.
Me parece um belíssimo almoço! Só pôr uma salada crua do lado, e sucesso.
Só que não gosto de carne e não como carne, então nunca dá pé experimentar o prato. A mesma coisa me acontece no caso do escondidinho, que é praticamente a mesma coisa, apenas substituindo o purê de batata por purê de mandioca, e a carne moída por carne seca desfiada.
Ô vida.
Aí, um belo dia preparei minha própria versão com as verduras que tinha em casa.
Os onívoros na platéia talvez continuem preferindo a versão com carne sempre, mas pra vocês aí que querem dar uma variada, ou que também não comem carne, recomendo muito experimentar a receita.


Todas as imagens e o texto neste post são de autoria de Gabriel Marzinotto, com colaboração de Catharina Strobel.

 

Não é fácil comer um hambúrguer barato hoje em dia. Quer dizer: um bom hambúrguer barato. Assim como boa parte das comidas rápidas, a versão gourmet se expandiu nos últimos 10 anos, melhorando bastante a qualidade de muitos lugares mas também elevando bastante os preços. Não dá pra ficar de boa em um lugar que cobra mais de R$30,00 pelas versões mais simples do lanche (para as mais sofisticadas, o céu é o limite).

A alternativa é buscar aquele cheese-salada reforçado das padarias ou o lanche rápido dos botecos, mais próximos do hambúrguer caseiro. E aí vai de lugar pra lugar. Já encontrei ótimos achados em bares fuleiros e cheeseburguers tenebrosos em padarias bonitonas. Bem, pelo menos os preços não impossibilitam o rango.

Mas tem um lugar famoso na cidade que virou ponto de referência do apreciador de hamburguinhos tradicionais: o Hambúrguer do Seu Oswaldo. Aberto no Ipiranga desde 1966, é um daqueles lugares meio obrigatórios pra quem curte comer pela cidade e não se contenta a ficar no eixo Pinheiros/Paulista/Centro. A cidade é gigante e repleta de picos fenomenais, o Seu Oswaldo sendo um desses casos mais ilustres. Dei uma passada lá na semana passada, junto com a Catharina e o Leo.


Me chamem de clichê, me chamem de adolescentinha, mas gosto demais de quando chega a primavera.
Eu sei, geralmente se associa primavera = o momento em que as flores e borboletinhas aparecem por todos os lados, como nos livros do José de Alencar; eu penso mais que as árvores de fruta começam a ficar carregadas, que as verduras ficam mais viçosas que nunca, que é quando tem dias de sol intenso com vento fresco - o clima mais agradável do mundo.
E, pelo menos pra mim, com a mudança de estação parece que vem um clima meio de ano novo, talvez porque meu aniversário é por essa época. Ou só porque é o anúncio de que em poucos meses acaba o ano mesmo.
De qualquer forma, se formos nos concentrar no quesito "verduras lindas" acabamos caindo no post de hoje, que é um jeito muito prático de comer salada.

Gosto de preparar estes rolinhos de papel de arroz recheados com salada quando a família se reúne na casa da minha mãe no verão. Lá, às vezes, a gente não faz almoços sérios, no horário, com todo mundo sentado à mesa.
Às vezes a mesa fica posta e vai saindo um prato, vai saindo outro, os pequenos correm atrás dos bichos ou fazem "projetos de ciência", os grandes lêem, ficam na rede, cozinham, desenham, montam alguma engenhoca ou aeromodelo, cuidam da trilha sonora, por aí vai.
E enfim, gosto muito da idéia de poder comer salada civilizadamente com uma mão só. Algo que - convenhamos - não é exatamente possível com saladas no formato comum. Ainda mais se estiverem com molho.


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Sopa de tomates do quintal

05/06/2014 - 5 Comentários - Receitas | Alho, Batata doce, Cebola, Ovo, Pimenta, Salsa, Tomate

Tomates são amor em forma de fruto, sobre isso não tenho dúvidas. 

Eles podem tanto ser uma comida fresquinha, como quando são usados em saladas cruas, quanto ser uma comida reconfortante, quando são assados, grelhados, marinados, cozidos, transformados em molho...

E quando nascem às pencas no quintal? Quando, no calor, a gente tira uma tigela cheia de tomates por dia?

Aí é amor demais pra uma pessoa só. Aproveitei em uma tarde que choveu e ficou mais fresco e fiz deles uma sopa para dividir com a família.


Almoço de hoje: curry de berinjela acompanhado de grão de bico.


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Lentilha.

14/11/2010 - 0 Comentários - Receitas | Alecrim, Alho, Batata, Cebola, Cenoura, Coentro, Lentilha, Pimenta, Salsa, Sopa, Vegano

Bom, na minha casa a gente sempre comeu lentilha com arroz, do mesmo jeito que se come feijão com arroz. Às vezes até tem farofa junto e tudo. 

Hoje fiz uma lentilha rápida, mas de bastante, que é pra ficar com almoço pronto pros primeiros dias da semana (não faço almoço todo dia). E o arroz não tem segredo, é igual ao de sempre (integral).