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Detalhes tão pequenos - Como fazer stencil para decorar bolos

19/01/2017 - 2 Comentários - Detalhes tão pequenos | Açúcar de confeiteiro, Bolo

Stencil, também conhecido como molde vazado, é uma técnica de decoração muito acessível e de resultados lindos. Serve pra deixar sua mensagem desde paredes e camisetas até bolos.

Basicamente, a gente recorta uma superfície, e a parte que tiramos do papel é o desenho que vai ser impresso. Acho que a foto ajuda a entender a ideia.

Gosto demais dessa brincadeira, então faço testes com desenhos mais detalhados, como o Nacho Libre da foto aí embaixo. Mas também já fiz bolo de aniversário só com alguns corações e acho lindo. A pedido da Rebeca, preparei este post explicando a técnica.


Biscoitos certamente não contam, para todos os efeitos, como “comida séria”. São mimos, pequeninos presentes para receber alguém que vem tomar um chá, pra animar o café da manhã ou o lanche da tarde.
Então o primeiro requisito é que sejam gostosos. Depois, que sejam bonitos.

E, meninos, como existem jeitos variados de fazer algo ser bonito! A estampa nos biscoitos de hoje é feita com um rolo de massa entalhado In My Wood (customizado para ter os passarinhos do É o que tem pra hoje, com design da querida Taís Mahs).

Testei algumas receitas para encontrar esta aqui, que não leva nenhum produto animal (ou seja, é vegana, e por consequência é também sem lactose), não tem glúten, e segura a forma dos biscoitos lindamente.
Vamos a ela.


Tenho sorte de ter amigos com quem aprendo um monte de coisas. Por exemplo, uma moça que é minha amiga há uns 300 anos, a Flávia. A gente toda a vida troca receitas, e recomendações de leituras, e impressões sobre a vida de maneira geral.
Costumo considerar que, se estou indo com o milho, lá vem ela com o fubá. No caso de hoje, temos o leite de amendoim.
Do jeito que eu preparo, leva mais ou menos um dia. Do jeito dela, são só uns minutinhos – o que vem bem a calhar quando estou com um bolo no forno e lembro que me falta o leite para a calda.


Aquela velha e boa receita de quiche feita com farinha de trigo integral e azeite de oliva é um coringa para os almoços aqui em casa, que sempre resulta em barriga feliz.
A gente fica fadado ao sucesso: é rápida de preparar, tem casquinha crocante e recheio cremoso, é prática para servir (pode ser feita com antecedência, congelada, reaquecida), e junto com uma salada farta alimenta muito bem.

Daí, olhando os ingredientes à mão, resolvi dar uma abrasileirada no recheio trocando o clássico creme de queijo e ovos por (tcham tcham tcham) abóbora com coco. Rapaz, que coisa mais boa!

Quando fui convidada para participar da campanha #FoodLovers da Filippo Berio, a Kara me perguntou por receitas que contassem um pouco ao mundo como que a gente incorpora o azeite de oliva em receitas e ingredientes que são muito nossos. Penso que junta-lo a cebola, abóbora e coco é um jeito ;)

Vem cá, que em uma hora a gente deixa pronto o almoço de amanhã!


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Detalhes tão pequenos – Como abrir um coco com classe.

15/08/2016 - 1 Comentários - Detalhes tão pequenos | Coco, Leite de coco, Leite vegetal, Vegano

Se você opta por usar coco embalado/desidratado nas suas receitas em vez da fruta fresca porque acha que abri-la em casa dá trabalho demais, aproveite o post de hoje! Vou te explicar como é simples e rápido de fazer, e ainda por cima com a maior classe ;)

Coco verde é menos comum de encontrar, e concordo que dá muita mão de obra. Essa versão deixo para aproveitar quando estou na beira da praia.
Mas o coco maduro a gente encontra em qualquer mercado, feira, sacolão e afins por preços ótimos, com a polpa macia, doce, e gordinha. E sem as desvantagens de compra-lo como produto processado: sem aditivos químicos, embalagens, sem adoçar ou desengordurar.

Vamos aos fatos.


Todas as imagens e o texto neste post são de autoria de Gabriel Marzinotto.

É Junho, então é época de aproveitar as festas juninas por aí. Aqui em São Paulo dá pra achar festas das mais distintas tradições, pratos típicos variados. Mas se tem uma constante em toda festa junina que se preze é a fogazza. Não? Bem, então é a constante na festa junina aqui do lado da minha casa. O que está ótimo pra mim.


 

Assim como meço o tempo miúdo (minutos, horas) em músicas, por conta do hábito de sempre ter uma trilha tocando em casa, o tempo médio (meses, estações), meço pelas comidas, clima do tempo, eventos.
Não importa se o mundo estiver caindo na minha cabeça, pra mim quando os dias ficam frios, o vento forte, e o sol mais amarelo, estão chegando as férias de julho. Nariz gelado, aipim, abóbora, pinhão, maçã, mexerica, limão todo o tipo de cítricos me lembram esse espírito. E olha que faz tempo que terminei a graduação, mas a sensação permanece.

No momento, a gente não vence consumir todo o limão que dá na árvore do quintal da minha mãe, mesmo distribuindo a fruta para os amigos. (Afinal, aqui quase todo mundo tem um pé de limão no quintal, ou alguém na família da pessoa tem). Há uns dois invernos, acho, colhendo um monte de limão caipira, resolvi fazer uma geléia que levava o sumo, a casca, açúcar, e só. Sem receita, sem anotar nada. Ficou ó-te-ma.

Resolvi filmar o vídeo dessa receita pra mostrar o jeito de preparar as cascas, como reconhecer o ponto da geléia etc, ficou lindo. Pena de deu errado! O sabor saiu forte demais.
Também! Quando preparei da primeira vez, mil anos atrás, não anotei nada. Preparando de cabeça agora, certamente fiz algo diferente, e eis que o resultado (lógico) ficou diferente. Nessas horas é que penso que realmente faz sentido andar sempre com um caderno debaixo do braço.
Aí  não teve outro jeito: aproveitei a abundância de limões e passei uma semana inteira testando preparar a geléia de várias maneiras, até chegar num resultado gostoso - o que não consegui mais obter somente com o sumo, a casca e o açúcar.

Agora sim, com uma versão testada, aprovada e anotada, passo pra vocês a receita da geléia de limão caipira!


Existe um certo tipo de alegria específico que vem dos dias que se pode passar inteiros vestida em calças de moletom. Porque:
a) a temperatura baixou um pouco, e isso sempre é bem vindo ao fim do verão; e
b) o ócio ganha espaço em meio a dias de muito planejamento e muita execução. 

De verdade, que coisa boa amanhecer sem despertador, ler na cama aquele livro que andava empacado, preparar uma receita fácil ligando o forno pra aquecer a cozinha um pouco. Sem pensar muito no que fazer a seguir.
Com uma só tigela preparo estes cookies macios com o crocante da castanha, são ótimos para beliscar, tomar café, fazer um lanche.

 


Ando meio filosófica, pensativa, lendo sobre diferentes modos de entender a vida, o quotidiano, espiritualidade. Talvez não faça lá muito sentido do jeito que falo, mas o fato é que ando prestando atenção no que é que cada situação me traz.
Assim como to interessadíssima em estudar maneiras de prestar atenção ao corpo, quero prestar atenção nas maneiras de me/nos relacionar com as pessoas ao redor e as situações que aparecem a cada 5 minutos.
"E daí?" você me pergunta. 

Daí que pedalando por Pomerode reparei nas goiabeiras carregadas, dando tanta fruta que a gente mal sabe o que fazer com tudo isso.
Lembrei que a Dede, uma amigona, me disse que deveria publicar uma receita de frapuccino - uma bebida doce, cremosa e refrescante, que ela gosta de tomar no starbucks.

A rigor, frapuccino é uma  versão de frappé. Era pra ser uma bebida batida até se tornar aerada e cheia de bolhinhas, costuma levar café e é comum adicionar açúcar, baunilha, creme.
E qual é a diferença em relação a vitaminas, café gelado, capuccino gelado? Bom, é um pouco difícil definir. Ao que parece, a diferença está justamente nas bolhinhas, no ar incorporado. Pra isso, se bate no liquidificador por mais tempo.


 

Faz alguns meses, diminuí o consumo de laticínios e ovos em casa. Por nenhum motivo muito específico, é só que não ando lá com muita vontade de comê-los, e além disso são produtos extremamente perecíveis. Não é algo que dá pra comprar e deixar na geladeira por trezentos anos para consumir de ver em nunca (os ovos até que dá, mas enfim).
Um pouco por esses motivos, um pouco pelo desafio de fazer comida gostosa sem esses ingredientes - que estão em praticamente qualquer receita - meio que deixei de comprá-los. O engraçado é que demora pra pensarmos em cozinhar de fato sem laticínios e ovos. O que acontece mesmo é usarmos as mesmas receitas adaptadas com substitutos.
Aí fiquei experimentando, procurando modos de preparar leites vegetais, e hoje estou dividindo o que se tornou minha receita básica para fazê-lo com oleaginosas.


Todas as imagens e o texto neste post são de autoria de Gabriel Marzinotto, com colaboração de Catharina Strobel.


Na minha primeira coluna falei do Churrasco Grego e comentei que pra mim ela seria quase a comida-símbolo deste espaço. Quando penso em comida de rua, comentei, penso nos carrinhos espalhados pelo centro com aqueles belos espetos de carne.  Mas tem outra comida, mais famosa e popular, que desafia esse reinado na minha cabeça.

A coxinha.

É a rainha dos salgados de balcão, encontrada em todos os lugares - de botecos a restaurantes da alta gastronomia. E sem problemas. É possível comer uma diminuta versão gourmet cheia de nove horas em um food truck por quase 10 reais ou atravessar a rua e pedir uma coxa enorme no bar e gastar poucos reais.

Quando decidi escrever sobre a coxinha logo pensei em colar naquelas mais famosas para descobrir  qual é a melhor. A do Frangó, na Zona Norte? Ou as do Veloso na Vila Mariana? Alguns defendem a versão da padaria Barcelona no coração do Higienópolis. Mas no fim achei que ia ser meio lugar comum e meio... bobo. Já existem mil matérias (eu contei) pela internet, fora os guias anuais que sempre votam na melhor versão do petisco.

Qual é a melhor coxinha? Sei lá. Já provei as famosas, são boas mesmo. Mas são pequenas, são caras, e no final acho que as melhores que já comi foram em alguma festa aqui em casa, quando comprávamos o cento da Dona Maria, japonesa aqui da Mooca. Principalmente porque eu podia comer umas dez seguidas.

Então mudei um pouco o esquema e fui em um lugar que eu adoro dar uma passada e que tem uma versão arrebatadora do prato – esta sim a melhor da cidade: a Coxa-Creme do Estadão. Pera, não é uma coxinha! Não, mas meio que é. E é gigante, barata e subestimada.


Quando a gente sai pra comer em um buffet ou restaurante por quilo, sempre tem muito mais opções do que caberia civilizadamente em um prato. É claro, um truque meio safado desses restaurantes é apelar para o comilão que existe dentro de cada um e nos deixar com vontade de experimentar tudo (ahem... comigo não é difícil).
Às vezes, uma das opções que me deixa com água na boca é justamente aquela torta Madalena. Sabe? É meio torta, meio empadão: leva uma camada de carne moída temperada com verduras no fundo da assadeira, coberta com uma camada de purê de batata fofinho.
Me parece um belíssimo almoço! Só pôr uma salada crua do lado, e sucesso.
Só que não gosto de carne e não como carne, então nunca dá pé experimentar o prato. A mesma coisa me acontece no caso do escondidinho, que é praticamente a mesma coisa, apenas substituindo o purê de batata por purê de mandioca, e a carne moída por carne seca desfiada.
Ô vida.
Aí, um belo dia preparei minha própria versão com as verduras que tinha em casa.
Os onívoros na platéia talvez continuem preferindo a versão com carne sempre, mas pra vocês aí que querem dar uma variada, ou que também não comem carne, recomendo muito experimentar a receita.


Eu duvido, sinceramente, que exista alguém que não goste de pastel. Claro que não estou falando de pastéis meio frios, meio murchos, pingando óleo. Não.
Estou falando de pastel fresco, quentinho, crocante, caprichado. Frito em óleo novo. Desse aí não é possível desgostar.
Um feliz complemento eventual ao almoço do dia-a-dia, um lanche rápido na feira (junto daquele copo de caldo de cana gelado), ou ainda um belo petisco para servir com cerveja: eis a receita de hoje.
Depois de experimentar as quatro receitas que encontrei nos cadernos da minha avó Nelci, escolhi aquela que ficou do jeitinho do pastel que ela preparava, e aqui vai.


O clichê a que o título de refere sou eu própria, yours truly. Como assim? Assim:

Assim, tenho passado um bom tempo em casa, cozinhando e escrevendo, e organizando o blog, e chega uma hora que dá um bode e preciso mudar de cenário. Aí está o clichê: apesar de ter muitas pautas em mente, deu uma certa falta de inspiração para escrever. Então fui a um café, e de repente não consigo parar de desenhar letras sobre o papel.
Geralmente, um parque perto da minha casa é o meu quintal. Mas com a chuvinha boa que está caindo, decidi ir conhecer este lugar onde queria ir há tempos. Me apaixonei.
Inclusive porque no trajeto à pé as idéias vão tomando forma sem que a gente nem perceba.

Quanto ao inusitado, é que outro dia me deparei com um belo maço de beterrabas que estava sem destino em casa, já que ando mais interessada nas ramas das beterrabas do que nelas próprias. Me lembrei de um vídeo todo bonitinho que uma amiga recomendou tempos atrás, onde aparecia a receita de um bolo sem farinha, de chocolate com beterraba. Ta aí uma combinação que eu não pensaria se ninguém me contasse que existe. E, olha, que delícia!


Todas as imagens e o texto neste post são de autoria de Gabriel Marzinotto, com colaboração de Catharina Strobel.

 

Não é fácil comer um hambúrguer barato hoje em dia. Quer dizer: um bom hambúrguer barato. Assim como boa parte das comidas rápidas, a versão gourmet se expandiu nos últimos 10 anos, melhorando bastante a qualidade de muitos lugares mas também elevando bastante os preços. Não dá pra ficar de boa em um lugar que cobra mais de R$30,00 pelas versões mais simples do lanche (para as mais sofisticadas, o céu é o limite).

A alternativa é buscar aquele cheese-salada reforçado das padarias ou o lanche rápido dos botecos, mais próximos do hambúrguer caseiro. E aí vai de lugar pra lugar. Já encontrei ótimos achados em bares fuleiros e cheeseburguers tenebrosos em padarias bonitonas. Bem, pelo menos os preços não impossibilitam o rango.

Mas tem um lugar famoso na cidade que virou ponto de referência do apreciador de hamburguinhos tradicionais: o Hambúrguer do Seu Oswaldo. Aberto no Ipiranga desde 1966, é um daqueles lugares meio obrigatórios pra quem curte comer pela cidade e não se contenta a ficar no eixo Pinheiros/Paulista/Centro. A cidade é gigante e repleta de picos fenomenais, o Seu Oswaldo sendo um desses casos mais ilustres. Dei uma passada lá na semana passada, junto com a Catharina e o Leo.


Como várias outras idéias de que gosto pra cachorro, a primeira vez que vi isso foi no TheKitchn. Depois de lá, vi a mesma receita em muitos outros lugares na internet. Também, olha só a receita: pique bananas maduras em pedaços e leve ao congelador. Bata no processador ou liquidi até ficar cremoso. Sirva.
Pfff lógico que fez sucesso. É algo gostoso, barato, fácil e "magro". (E gelado, o que conta mil pontos nesses 35oC ou mais).
Agora, pensei comigo, eu realmente acho a idéia boa e realmente tenho vontade de dividir com vocês publicando aqui. Então... hum... resolvi acrescentar mais alguma coisa, que é pra causar interesse em quem já conhece o fantástico sorvete-de-um-ingrediente-só: cestinhas de cookies. Só que preciso testar mais pra acertar nas cestinhas porque não foi dessa vez.


Não sei ao certo porquê, mas nos últimos 5 anos o óleo de coco caiu nas graças do povo. Fico me perguntando como é que isso acontece.
Será que no mesmo momento foram publicados alguns estudos e artigos sobre suas fantásticas propriedades obtidas através de uso tópico ou e interno? Será que o Bono Vox ou alguma celebridade muito gata deu algum depoimento a respeito?
É a mesma coisa com todas essas ondas de "super foods" - elas me deixam intrigada e desconfiada.
Não digo que couve, goji, chia, açaí, não tenham nutrientes excelentes, mas sei lá... não acho que concentrar todas as esperanças em alguns itens específicos vá salvar o mundo.

Seja como for, em algum momento do ano passado ou do outro, resolvi experimentar o bendito óleo de coco. E olha que gostei do bichinho.
Com certeza, a primeira vez que comprei foi durante os meses frios, pois lembro que à temperatura ambiente no armário o óleo de coco ficava sólido (e isso só acontece abaixo de 25oC, conforme a própria embalagem diz).
Logo adquiri o hábito de passá-lo no pão como fazia com a manteiga.


Lembra uma vez que eu disse um dos motivos que me faz considerar avós tão ninja?
Elas são sensacionais! Não importa que alguma coisa saia errada ou fora do esperado, elas têm uma habilidade inacreditável de transformar alguma coisa em outra coisa. Uma que dê certo. 
Isso é particularmente verdade na cozinha, mas se aplica a outras áreas do conhecimento, com certeza. 
Eu, que estou longíssimo de ser avó, pelo menos posso ir treinando meu lado ninja desde já.

Acontece que nos últimos tempos meu namorado e eu temos nos interessado um bocado por café. Temos experimentado variedades especiais, torras diferentes, acidez assim, aroma assado... Não que sejamos grandes entendedores do assunto, mas gostamos bem.
Aí, em um dia em que eu *precisava* beber café com o bolo que havia preparado, tava sem nem um grão em casa.
Bom, que dúvida? Desci no mercadinho da esquina e comprei café em pó mesmo, de uma marca comum. 
Pra minha surpresa, o paladar não gostou. Não achou nem ok. 
Ora, veja só, fiquei mal acostumada!
Aí é que precisei pôr a mente pra funcionar: como lidar com ½ kg de café que não gostei nadica?



Todas as imagens e o texto neste post são de autoria de Gabriel Marzinotto.

 

Existem carrinhos de churros espalhados pela cidade toda, sempre com aquela massa doce acrescida de mais doce de leite, injetado por dentro. É gostoso, mas devo ser sincero: 
acho meio enjoativo, pesadão. É doce frito, cheio de óleo, injetado com mais doce ainda. Raramente como por aí. 
Também porque tenho memória afetiva de outro tipo de churro, que comia com minha família nas manhãs de domingo: a versão de roda do Churros da Moóca.


Todas as imagens e o texto neste post são de autoria de Josiane Giaretta.

 

Os conselhos nutricionais vigentes são claros: reduza o consumo de gorduras para melhorar sua saúde. No Guia Alimentar da População Brasileira, o Ministério da Saúde recomenda que nós, profissionais de saúde, orientemos a população a consumir 01 porção de alimentos do grupo lipídeos, dando preferência aos óleos vegetais, azeite e margarinas livres de ácidos graxos trans (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2008). Isso é confuso pra mim e imagino que para vocês também.

Primeiramente vamos entender o que são os lipídeos. O nome lipídeo deriva da palavra grega lipo, que significa gordura. Os lipídeos compõem um grande grupo de nutrientes que chamamos de macronutrientes. Nesse grande grupo estão também os carboidratos e as proteínas.