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Lembra o famoso ditado, “uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa”.
Bom, faz sentido pra mim.
Se eu pintar um cavalo de listrado, não é a mesma coisa que uma zebra. Pode ter um jeitão parecido, e eu nem sei de fato qual é a diferença, mas sei que existe.
Certamente há quem me considere obtusa mas, pra mim, dizer “omelete sem ovos” é um contrassenso (no entanto, preparo e almoço feliz da vida uma fritada de grão de bico).

Suponho que para muita gente, pode parecer que as pessoas “naturebas”, “vegetarianas”, “veganas”, “paleo”, que não comem glúten ou laticínios, todas são parte de um mesmo grupo coeso.
Como se pode imaginar, isso não é verdade.
Cada um tem lá seus motivos para fazer as escolhas que faz, e mesmo pessoas que tenham uma dieta muito parecida, podem ter motivações muito distintas.


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Cozinha Conceitual e Prática – Ao terminar o curso, começam as expectativas.

22/03/2016 - 2 Comentários - Cozinha conceitual e prática |

Após terminar o curso do Senac, imediatamente me mudei para Florianópolis/SC, onde fui contratado pelo Resort Costão do Santinho como auxiliar de cozinha primeira patente. Apesar da crítica posta no texto anterior, não posso me furtar em dizer, que papéis tem o poder de se sobreporem à prática, de tal modo, só me foi necessário apresentar o diploma que fui contratado.

Fui escalado para o turno da noite na cozinha central do hotel, na maravilhosa “ilha da magia” turística. Após tirar uma linda selfie, vesti meu uniforme e fui bater meu cartão.


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Filosofia de pia – Por onde andei.

07/03/2016 - 2 Comentários - Filosofia de pia |


Foto: Max M. Fuhlendorf

2015 foi um ano bem intenso na minha vida, mais pra dentro do que pra fora. Pensei que seria um ano de observar e absorver, de aprender um monte de coisas, mais do que de realizar. E foi.
Só que pensei também que a sequência natural dos acontecimentos seria a partir daí gerenciar melhor meu tempo, me humor, a publicação de textos e vídeos, prática de esporte e meditação... pfff. A gente é tão ingênuo, não é?
Não sei quem foi inventar essa ideia de que primeiro acontece uma coisa, depois outra. Sempre é tudo-ao-mesmo-tempo-agora, e a gente é que precisa fazer o ritmo.
Continuo observando e aprendendo, e to começando a achar que esse momento dura a vida inteira. Então, pra vida ser inteira mesmo, o jeito é ir realizando ao longo do caminho aquilo que temos vontade. Foi o que fiz.
Quase. Pra ficar completo, me falta dividir aqui as coisas que descubro. De modo que aí vai um resumão dos últimos tempos.


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