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Não sei ao certo porquê, mas nos últimos 5 anos o óleo de coco caiu nas graças do povo. Fico me perguntando como é que isso acontece.
Será que no mesmo momento foram publicados alguns estudos e artigos sobre suas fantásticas propriedades obtidas através de uso tópico ou e interno? Será que o Bono Vox ou alguma celebridade muito gata deu algum depoimento a respeito?
É a mesma coisa com todas essas ondas de "super foods" - elas me deixam intrigada e desconfiada.
Não digo que couve, goji, chia, açaí, não tenham nutrientes excelentes, mas sei lá... não acho que concentrar todas as esperanças em alguns itens específicos vá salvar o mundo.

Seja como for, em algum momento do ano passado ou do outro, resolvi experimentar o bendito óleo de coco. E olha que gostei do bichinho.
Com certeza, a primeira vez que comprei foi durante os meses frios, pois lembro que à temperatura ambiente no armário o óleo de coco ficava sólido (e isso só acontece abaixo de 25oC, conforme a própria embalagem diz).
Logo adquiri o hábito de passá-lo no pão como fazia com a manteiga.


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Comida de rua - food trucks em São Paulo.

24/10/2014 - 3 Comentários - Comida de rua |

Todas as imagens e o texto neste post são de autoria de Gabriel Marzinotto.

Aqui na minha coluna do blog É o que tem pra Hoje defini comida de rua de forma bem abrangente: não é só aquela encontrada nas ruas e calçadas, e sim aquela comida rápida, prática e barata que encontramos pela cidade, de certa forma menos isolada do ambiente ao redor, do bairro e da comunidade. Mas claro: barraquinhas e vans sempre serão formas mais... puras, digamos.

Essa semana decidi falar não de uma comida ou local específico, mas sim de uma iniciativa que começou a “pegar” aqui em São Paulo no último ano: os Food Trucks. Pra quem não conhece, são caminhõezinhos bonitos, bem feitos e que servem, geralmente, versões mais chiquetosas das banquinhas populares. A infame versão gourmet.


Lembra uma vez que eu disse um dos motivos que me faz considerar avós tão ninja?
Elas são sensacionais! Não importa que alguma coisa saia errada ou fora do esperado, elas têm uma habilidade inacreditável de transformar alguma coisa em outra coisa. Uma que dê certo. 
Isso é particularmente verdade na cozinha, mas se aplica a outras áreas do conhecimento, com certeza. 
Eu, que estou longíssimo de ser avó, pelo menos posso ir treinando meu lado ninja desde já.

Acontece que nos últimos tempos meu namorado e eu temos nos interessado um bocado por café. Temos experimentado variedades especiais, torras diferentes, acidez assim, aroma assado... Não que sejamos grandes entendedores do assunto, mas gostamos bem.
Aí, em um dia em que eu *precisava* beber café com o bolo que havia preparado, tava sem nem um grão em casa.
Bom, que dúvida? Desci no mercadinho da esquina e comprei café em pó mesmo, de uma marca comum. 
Pra minha surpresa, o paladar não gostou. Não achou nem ok. 
Ora, veja só, fiquei mal acostumada!
Aí é que precisei pôr a mente pra funcionar: como lidar com ½ kg de café que não gostei nadica?


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