Logo-2017
Blog Flora Refosco - FloraRefosco.com

1

Férias e falafel

24/12/2013 - 1 Comentários - Receitas | Culinária árabe, Fritura, Grão de bico, Vegano, Vegetariano

Faz tanto tempo que eu queria publicar essa receita de falafel, que já a associei a um bocado de assuntos diferentes, pensando no texto do post.

Dado o avançado da hora, não vejo sentido em associar com qualquer outra coisa que não seja férias (além do mais, achei que dava um título sonoro. "Férias e falafel". Não? :)

Um dos assuntos que surgiu tinha a ver com uma situação que me irrita bastante.

Aí pensei "ah, sabe o quê? Que besteira. Não vou ficar discorrendo sobre chatices numa hora dessas".

A melhor coisa das férias é justamente desacelerar de tudo o que tiver se desgastado (ou nos desgastado) no quotidiano - tanto faz se temos vários dias para descansar ou se são só dois, três.

Mesmo que a pausa seja curta, temos essa vantagem de contar o tempo em ciclos; vivendo dia a dia, ano a ano, para ter términos e recomeços constantemente.

Quando termina um período, tudo o que for desnecessário fica pra trás, não precisa nos acompanhar no dia seguinte, no ano seguinte.

Que beleza, não? A única coisa que precisamos fazer é lembrar de deixar as coisas para trás.

Aproveitando esse verãozão, vamos é passar tempo com a família, andar só de chinelo todo dia, cozinhar ouvindo música, disputar o espaço na rede, e ver se diminui um pouco a pilha de livros esperando para serem lidos.

Agora, falafel. Caso tenha alguém que não o conheça, apresento:

É um bolinho frito feito com grão de bico, cebola, coentro, pimenta e mais alguns temperos opcionais, tradicional da culinária árabe.

A receita que eu tenho veio do cooksnaps.


Não sei vocês, mas eu sou uma pessoa que gosta de comida. Mesmo.

Me dá um bruta mau humor ter fome e/ou vontade de comer, e não ter nada à mão para beliscar.

E com essa onda em que ando de comer direitinho e saudável, a trama se complica.

Porque às vezes até daria pra quebrar o galho em alguma padaria do caminho, mas não ando com vontade de comer pão de queijo e pão francês o tempo todo (além do mais, cada bocadinho que se compra na rua em São Paulo representa uma porcentagem significativa dos ganhos mensais de um ser humano).

Eis que em maio do ano passado, juntando informações daqui e dali, e testando um pouco, fiquei feliz com a receita/fórmula que desenvolvi para barrinhas de aveia.

Cê vê: elas ficaram do jeito que eu gosto. Crocantes, e aceitando bastante variação nos ingredientes.

A questão é a seguinte: se eu tenho fome, em geral preciso de algo salgado. E isso não é possível com a receita daquelas barrinhas de aveia.

Têm aparecido no mercado algumas opções de barrinhas salgadas. Pelo que ouvi dizer, quase todas são esquisitas ao paladar. Ainda assim, são possíveis.

Lá vai a Flora procurar pela internet receitas de barrinhas salgadas. Mas não foi fácil de achar.


2

Mais uma coisa que eu gosto muito do nosso inverno no sul do Brasil é o sabor das laranjas e mexericas. É mais forte e ácido do que as frutas do restante do ano, tem um suco mais encorpado, sei lá. Fico esperando para poder comprar laranjas de umbigo na feira!

Como comprei várias este ano, lembrei de aproveitar a casca preparando um doce simplíssimo que me encanta: as cascas da laranja cristalizadas.


Pães de minuto, essa maravilha da humanidade!

Na verdade, eu chamaria estes pequeninos de bolos, porque são feitos com fermento químico em vez de fermento biológico. E essa é a razão pela qual eles ficam prontos tão depressa.

São ótimos para preparar um lanche rápido, pra quando alguém aparece em casa, para servir como desculpa pra ligar o forno em tardes geladas, esse tipo de coisa.

A receita vem de um livro que ganhei de um amigo no ano passado, chama "Bolinhos salgados e doces", da Ilona Chavancova.


0

Escovinha para verduras & raízes

06/07/2013 - 0 Comentários - Detalhes tão pequenos |

Talvez vocês já tenham notado que gosto de preparar comida usando o forno.

Pães, tortas, omelete assada, todo tipo de verdura assada, frutas, chimia...

E no caso das raízes acho particularmente interessante assar com a casca. Pense beterrabas, cenouras, gengibre, açafrão fresco, todo tipo de batata, e até alguns outros alimentos com casca mais grossinha (abóboras? maçãs?).

Assar alimentos com casca ajuda a preservar os nutrientes, mesmo se você descascar depois.

Mas para isso, claro, as cascas devem estar perfeitamente limpas, afinal comida com terra não é lá muito agradável.

Nessa tarefa, minha melhor amiga é a escovinha de unha. Lógico que você compra uma nova só para usar na cozinha. O bom delas é que são miudinhas e cabem direitinho na mão, e essas que têm alça são ótimas porque não escorregam.

Basta deixar um fio de água correndo e ir esfregando delicadamente cada alimento, até remover toda a terra. Se precisar, corte fora os pedacinhos que estiverem machucados.

Depois enxague bem o alimento, e use como quiser.

Enxague a escovinha, deixe secar bem pendurada em um gancho ou no escorredor de louça antes de guardar (eu guardo a minha em um ganchinho na parede da pia mesmo).

E sempre é bom lembrar que não é interessante comer com casca alimentos que tenham sido cultivados com agrotóxico, porque a maioria das porcarias se acumulam nela. Nesse caso, pode até limpar com a escovinha, mas descasque antes do preparo.

Agora, uma pequena novidade: fiz uma página no facebook para publicar as atualizações do blog e para publicar links que eu ache interessantes (é bem possível que não seja sempre algo diretamente relacionado a comida). Se quiser ver, procura lá: Blog É o que tem pra hoje.


Carregar mais